quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

"No compres ese perro"

Crónica do Arturo Pérez-Reverte. Todos podemos imaginar o conteúdo, todos conhecemos a problematica que retrata. Natal, prendas, crianças que pedem, adultos que possam querer fazer-lhes a vontade.

Mas ninguém como um escritor para contar o que se segue:

No aparece y desaparece cuando conviene. Es un miembro de la familia con derechos y necesidades, que exige pensar en él cuando se planean vacaciones, e incluso una simple salida al cine o a un restaurante. A eso añádele la educación. Un perro mal educado puede convertirse en una pesadilla familiar y social. Además, cada uno, como las personas, tiene su carácter. Punto de vista y maneras. Eso exige un respeto que no todos los humanos somos capaces de comprender.
A estas alturas, sabes dónde voy a parar. Si eres de esa materia miserable de la que estamos hechos buena parte de los seres humanos, acabarás abandonándolo. Un viaje en coche a un campo lejano, una gasolinera, una cuneta.

2 comentários:

  1. Confesso que, como humanista, não me reveja neste trecho do artigo:

    "He dicho muchas veces que ningún ser humano vale lo que un buen perro. Cuando uno de nosotros muere, no se pierde gran cosa. La vida me dio esa certeza. Pero cuando desaparece un perro noble y valiente, el mundo se torna más oscuro. Más triste y más sucio."

    É o tipo de contribuição que acaba por alienar aqueles que, como eu, não são favoráveis nem a radicalismos nem a comentários derrogatórios e generalizados à espécie humana, pondo-se a jeito para a caricaturização daqueles que empatizam com os animais e o seu bem-estar.

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  2. Pois, exagerou um pouco na misantropia...

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